Quinta-feira - 
13/12/2018

Controle de Processos

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico

News

Newsletter

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 3,86 3,86
EURO 4,39 4,39
LIBRA ES ... 4,88 4,88

Logística sustentável no Poder Judiciário

Em evento inédito, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reuniu equipes socioambientais de 60 órgãos judiciais no 1º Workshop Socioambiental do Poder Judiciário, na quinta-feira (8/11). O encontro votou propostas de revisão da Resolução n. 201/2015, que regula, entre outros pontos, a implantação dos planos de logística sustentável na Justiça de todo o país. A plateia reuniu 106 participantes — apenas 6 inscritos ausentes — das 9h às 13h. Compareceram representantes de tribunais dos cinco ramos de Justiça — estadual, federal, trabalhista, eleitoral e militar. Participaram, também, membros dos conselhos da Justiça Federal e do trabalho, bem como do Superior Tribunal de Justiça e Superior Tribunal Militar. Os conselheiros Márcio Schiefler e Valdetário Monteiro abriram o evento. Ambos foram designados pelo presidente do CNJ, ministro Dias Toffoli, para compor a Comissão Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (CNODS), que atua junto à Presidência da República. “O CNJ tem histórico de atenção aotema”, afirmou Schiefler. O Conselho edita atos sobre o tema desde 2007. “A sustentabilidade não pode ser tratada em sentido aéreo, como se as coisas fossem ocorrer por si sós. É preciso uma atuação efetiva dos tribunais e o CNJ serve de catalisador de ações locais”, disse o conselheiro Schiefler. Gabriela Moreira, diretora executiva do Departamento de Pesquisas (DPJ), apresentou os resultados do 2º Balanço Socioambiental do Poder Judiciário, pulgado na quinra-feira (8/11). O estudo indicou baixa em itens como papel e copos descartáveis nos tribunais. “De forma geral, temos resultados muito positivos desde a edição da resolução. Mas seis resmas, por ano por pessoa, ainda é um consumo alto. O Tribunal de Contas da União usa uma por ano per capita”, disse. No evento, também foi lançado o Painel Socioambiental. A página traz os dados do balanço e é atualizada diariamente com base nos envios dos tribunais. Gabriela pediu atenção aos prazos de envio e à qualidade das informações. “Será útil não só para a gestão interna, mas também para tornar públicos os consumos e ações dos tribunais.” Antes do workshop, o CNJ aplicou questionário às equipes socioambientais para colher sugestões de melhoria à Resolução n. 201/2015. O formulário colheu respostas de 55 participantes. Implantação da unidade socioambiental (47%), relatórios previstos na norma (36%) e gestão de resíduos (25%) foram os tópicos de maior participação. Gabriela e Fabiana Andrade, coordenadora do Departamento de Gestão Estratégica (DGE/CNJ), debateram os resultados com o público. Por duas horas e meia, a plateia discutiu e votou sugestões de revisão da norma. A maioria das propostas enviadas via formulário foi aprovada e persas outras foram colhidas no evento. “Todas elas representam avanços”, definiu Gabriela. Nos próximos dias, o DPJ irá compilar as sugestões, que servirão de base para a revisão. “É dos eventos mais importantes do ano para o CNJ. Tudo que escutei terá grande importância”, disse o conselheiro Valdetário, membro da comissão que discute a norma. “Há boas práticas imperceptíveis da ótica macro de um tribunal, mas o esforço cabe a cada um de nós. A mudança inpidual leva à mudança em um andar, depois no prédio, e quem sabe até em todo o Estado.”
09/11/2018 (00:00)
Visitantes:  82555
© 2018 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia