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AIJF promove ação informativa em parceria com o Foro Federal de Campo Grande/RJ no Colégio Estadual Albert Sabin

Publicado em 13/03/2019O juiz federal Vladimir Vitovsky, titular da 9ª Vara Federal de Execução Fiscal do Rio de Janeiro e supervisor do Centro de Atendimento Itinerante da Justiça Federal da 2ª Região (CAIJF), que pertence a estrutura do Núcleo Permanente de Solução de Conflitos (NPSC2) do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), em conjunto com a juíza federal Natalia Tupper, diretora do Foro da Justiça Federal que funciona no bairro carioca de Campo Grande/RJ, desenvolveram, no último dia 12 de março, ação informativa sobre o funcionamento da Justiça Federal.O encontro com os alunos do terceiro ano do nível médio do Colégio Estadual Albert Sabin, que localiza-se nas proximidades do mencionado Foro, aconteceu no âmbito das iniciativas do CAIJF, que desde 2017 vem desenvolvendo um programa específico para jovens, intitulado “Cidadania se aprende”, e, também, da biblioteca do Colégio, que vem promovendo atividades extracurriculares com os alunos.  Juízes federais dialogam com os alunos do Colégio Estadual Albert Sabin Colégio InclusivoO Colégio Estadual Albert Sabin, que promove ações inclusivas, é um dos estabelecimentos de ensino público que hoje recebe estudantes com deficiência. Atualmente ele é gerido pela diretora geral, a professora de educação física Eliane Borges, e pela diretora adjunta, a pedagoga Sheila de Souza Peçanha. Segundo esta, atualmente existem mais de 80 estudantes dentro do programa de necessidades especiais do colégio que segue as diretrizes do Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado (NAPES) da Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC). O NAPES oferece, de forma itinerante, orientações e capacitações aos docentes das classes comuns, para garantir as necessidades educacionais dos alunos com deficiência. Estes Núcleos estão presentes em todas as Diretorias Regionais, sediados em escolas regulares.Ao procurarem o Colégio, que hoje tem cerca de 2.100 alunos matriculados, os candidatos com deficiência passam por uma entrevista a fim de que sejam detectadas as suas principais necessidades. “A partir daí serão disponibilizados cuidadores ou interpretes para acompanha-los”, lembrou Sheila. Nas dependências do Albert Sabin existe uma Sala de Recursos, onde encontram-se equipamentos para auxiliar os estudantes com deficiência, tais como computadores especiais, equipamentos para leitura em braile, ampliadores para auxiliar a visão e possibilitar a leitura, dentre outros.A parceria do Colégio com o CAIJF surgiu a partir do projeto “Por um mundo mais gentil” desenvolvido no âmbito do Plano de Leitura Escolar (PLE)/SEEDUC. O projeto é desenvolvido por vários professores que atuam como Agentes de Leitura. A professora de história, Yara Barbosa, uma das agentes de leitura, destacou que persas atividades extracurriculares são desenvolvidas pelo PLE a fim de estimular a leitura e ampliar o conhecimento dos alunos, dentre elas, concursos e gincanas literárias, rodas de conversa “e a que foi desenvolvida com os juízes federais a fim de que os alunos pudessem ter um relato real de profissionais da magistratura e servidores e a partir daí melhor entenderem o que é a Justiça Federal”, destacou ela.Apresentação dinâmicaAs atividades, didaticamente elaboradas para promover uma fácil interação entre os adolescentes e os magistrados, começaram com uma apresentação em dupla, onde cada jovem apresentava o colega informando o simbolismo associado a etimologia de seus nomes acrescentando informações sobre desejos pessoais e sobre o que conheciam da Justiça.Vladimir Vitovsky e Natália Tupper destacaram que a opção por este tipo de apresentação teve como intuito promover uma maior interação entre todos e fazer com que os jovens se percebessem mais a partir de suas identificações, ou não, ao refletirem sobre as significações etnológicas de seus nomes. Lembraram que essa didática trabalha o apuramento do olhar sobre o outro, sobre as diferenças, pois cada aluno, a partir de sua pequena entrevista, relata o que o colega gosta de fazer e o que gostaria de ser, fatores representativos para o estabelecimento das condições básicas de cidadania: o respeito às diferenças.Os 30 alunos presentes, após terem seus sonhos profissionais revelados pelos colegas, puderam ter uma noção sobre o que faz um juiz e como funciona a Justiça Federal.“Cidadania se aprende”A finalidade do programa “Cidadania se aprende”, desenvolvido pelo CAIJF, é trabalhar conceitos múltiplos de cidadania com estudantes dos ensinos fundamental e médio, disponibilizando, de acordo com o nível escolar de cada grupo, informações práticas sobre a função e o funcionamento da Justiça Federal, sobre direitos previdenciários e trabalhistas e, também, sobre Responsabilidade Social. Visa ainda propiciar reflexões práticas sobre as suas inserções na vida produtiva (trabalho, previdência e seguridade social) a fim de facilitar a passagem para a vida adulta.  Assuntos:CAIJFConciliaçãoConciliar é LegalTRF2
13/03/2019 (00:00)
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